GILKA MACHADO, UM CORPO QUE SE ABRIU EM POEMAS – RENATA DE CASTRO

Coluna | Sibila   Sonhei ser útil à humanidade. Não consegui, mas fiz versos. Estou convicta de que a poesia é tão indispensável à existência como a água, o ar, a luz, a crença, o pão e o amor. Algumas poetisas vêm sendo resgatadas pelos estudos acadêmicos nos últimos anos, sobretudo por pesquisadoras que buscam escritoras … Continuar lendo GILKA MACHADO, UM CORPO QUE SE ABRIU EM POEMAS – RENATA DE CASTRO