LANÇAMENTOS
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O RIZOMA IMAGÉTICO-SONORO EM “IMAGO”, DE FERNANDA SPINELLI – FÁBIO PESSANHA
Saiu há pouco, neste ano de 2023, o livro Imago, de Fernanda Spinelli, publicado pela Editora…
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NOSOTRAS – VALENTINA BASCUR MOLINA
Coluna das Ausências “Entre o eu, o mundo e o amor há entrelinhas tão miúdas, que…
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NUNCA NEM SEMPRE É NÃO – RESENHA DE NUNCA ESTIVEMOS NO KANSAS, DE THÁSSIO FERREIRA – FÁBIO PESSANHA
Thássio Ferreira escreveu Nunca estivemos no Kansas (Patuá, 2022), embora não tenha andado por lá. Eu…
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DEPOIS DE ASSISTIR AO BAILADO DO DEUS MORTO EM UMA NOITE DE VERÃO – thais lancman
Coluna | A Resenhista (Trecho do livro “Meu ano Flávio de Carvalho”, recém-lançado pela Folhas de Relva)…
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A FORMA FUGAZ DAS MÃOS – FÁBIO PESSANHA
Este livro de estreia em poesia de Fábio Pessanha é um baú de tesouros. São poemas…
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ME DÊ UM TIRO, MAS NÃO ME VENHA COM POEMAS DE AMOR – ROMULO NARDUCCI
O Chão já nos conhecePor Lili Balonecker Me dê um tiro, mas não me venha com…
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DE QUANDO ESTIVE EM ALTO-MAR: POEMAS DE AFOGAMENTO E ALGUMAS MORTES FELIZES – RENATA DE CASTRO
O desejo é uma armadilha ardilosa. Pode ser feroz e também fugaz. Pulsa intensíssimo reafirmando a…
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ENTREVISTA COM ANITA DEAK – VERA SAAD
Uma conversa com Anita Deak é sempre enriquecedora. Conheci a escritora pelo livro Mate-me quando quiser,…
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ROMEU TEM QUE MORRER – ALEXANDRE WILLER
Romeu tem que morrer, para dar vazão a sua Julieta nunca beijada, desejada, mas nunca conquistada…
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E-ZINE SENHORAS OBSCENAS
Laura NavarroMANIFESTO ACERCA DA VIDA E-zine é uma palavra de origem inglesa que provém de zine,…
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TRECHO DO ROMANCE A CASA DAS ARANHAS – MÁRCIA BARBIERI
|SENHORAS OBSCENAS Por Márcia Barbieri Prólogo de um conto de horror Um apagão tomou conta do…
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CONTÍCULOS DE DORES REFRATÁRIAS
Contículos de dores refratárias é o primeiro livro de contos do advogado cearense Adriano B. Espíndola…
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CONTOS DE QUARENTENA
Quando a realidade limita os horizontes, a literatura convida para passear. Essa foi a semente para…
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JENIPARÁ – GRAZIELA BRUM
A cena do livro Jenipará que segue, escrevi em 2015, de lá para cá, montei peça…
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agora (depois) – Thássio Ferreira
“Cantar o amor é uma predestinação dos poetas. Quando esse mesmo amor acaba (por concluir ou…