Anseios Criptícos é a coluna assinada por Adriano Espíndola Santos. Nela, você encontra ensaios sobre obras de grandes mestres da Literatura. Tais textos têm o sentido de alcançar rastros de almas rarefeitas e onipresentes, num jogo tangente de percepção. João Cabral de Melo Neto, Carolina Maria de Jesus, Machado de Assis, Hilda Hilst, Manoel de Barros, Francisca Clotilde, Chico Buarque e Clarice Lispector são alguns dos guias que aparecerão por aqui. Sempre uma ode à entrega e à louvação.
Exercícios para tecer as manhãs com João Cabral
Um grande quarto de despejo: Brasil
Um experimento sobre poder voltar
À minha amantíssima obscenidade
Miudezas
Mulheres
O silêncio da revolução
Estou muito cansada
Dentes de leão
Paralexatas
Outrx Lima Barreto
Sobra-me tudo, a arte e nada mais
Conceição
O mundo já está infestado de flores
Desdobramentos
E essa nossa secura?
Vórtices
Dentro da noite
Benzadeus
É doce o seu tear
Para me engolir
Cantilena descomunal
Quando se vê
Antes que seja tarde demais
Hecatombe geral
Dandaras
Clã
Arte
Não falo dessa liberdade
Oremos
O meu lugar
Solitude
Mãos libertas
A poeira, a formiga e o botão
Palco de criação
Tudo são flores
Diabruras
O inventor
Libertação
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Adriano Espíndola Santos (Instagram | Facebook) é natural de Fortaleza, Ceará. Em 2018 lançou seu primeiro romance “Flor no caos”, pela Desconcertos Editora; em 2020 os livros de contos, “Contículos de dores refratárias” e “o ano em que tudo começou”; em 2021 o romance “Em mim, a clausura e o motim”, pela Editora Penalux; e em 2022 a coletânea de contos “Não há de quê”, pela Editora Folheando. Colabora mensalmente com as Revistas Mirada, Samizdat e Vício Velho. Tem textos publicados em revistas literárias nacionais e internacionais. É advogado civilista-humanista, desejoso de conseguir evoluir – sempre. Mestre em Direito. Especialista em Escrita Literária e em Revisão de Textos. Membro do Coletivo de Escritoras e Escritores Delirantes. É dor e amor; e o que puder ser para se sentir vivo: o coração inquieto.