SIBILA

Esta coluna é assinada por Renata de Castro. As sibilas eram oráculos durante a Antiguidade Clássica e, posteriormente, tornaram-se, por extensão, sinônimo de bruxas. Sibilar é o ato de emitir sons agudos, selvagens, mas também de pronunciar os fonemas com clareza. São essas as conotações aqui propostas para pensar de modo livre questões literárias que perpassam a mulher, seja em sua escrita, seja em suas mais diversas representações.

Mulheres escrevem para mulheres?
Lady Lazarus e a ressurreição poética de si
A Sucessora – ou a permanência na teia?
Pontos da tecedura de Odisseu Negro
Anaïs Nin e a arte de tornar-se uma obra
A (ainda) heroica andrógina Claude Cahun
Maura, super-Maura, hiper-Maura, Mauríssima*

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Renata de Castro
 é professora e, atualmente, doutoranda em Literatura na UFS. Dedica-se sobretudo à escrita de versos, embora também escreva prosa. Tem dois livros publicados: O terceiro quarto (Ed. Benfazeja, 2017) – composto não só por poemas, mas também por contos – e Hystéra (Ed. Escaleras, 2018) – composto exclusivamente por poemas eróticos. Fez parte da Antologia Poética Senhoras Obscenas (Ed. Benfazeja, 2016), da Antologia Poética Damas entre Verdes (Selo Senhoras Obscenas, 2017) e Antologia Poética Senhoras Obscenas (Ed. Patuá, 2019). Alimenta uma conta no Instagram com conteúdo relacionado à Literatura, em especial à Poesia.