ALGUMA COISA EM MIM QUE EU NÃO ENTENDO

Esta coluna é (supostamente escrita por Thássio Ferreira). E não sei, ou não quero dizer, o que você encontrará aqui. Poemas, contos, microcontos, crônicas, reflexões, provocações, experimentos, aleatoriedades. Escritas. Inclassificadas. Porque “A criação não é uma compreensão, é um novo mistério.” (… e citações, apropriações, imitações, paródias, diálogos… Escritas.)

Alguma coisa em mim que eu não entendo
1 – Baratas (ou Prenúncios da Peste)
2 – Enquanto o sol
3 – Por quê?
Pequenas pulsações poéticas
Carta-ensaio sobre as entrelinhas
Poemas-ponte (do isolamento pra fora)
Máquinas de moer
A cena grávida
Alguns poemas em mim que eu não entendo
O pai e eu
Notícias do fim do mundo

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Thássio Ferreira
é escritor, autor de (DES)NU(DO) (Ibis Libris, 2016), Itinerários (Ed. UFPR, 2018) e agora (depois) _(Autografia, 2019). Tem poemas e contos publicados em revistas e antologias, como Revista Brasileira (nº 94), da Academia Brasileira de Letras, Escamandro, Gueto, Mallarmargens, Ruído Manifesto, Germina, Revista Ponto (SESI-SP), aqui na Vício Velho, InComunidade (Portugal), e outras. Seu conto _Tetris foi o vencedor do Prêmio Off Flip 2019, e seu livro inédito Cartografias, finalista do Prêmio Sesc 2017. Foi editor e curador da Revista Philos de Literatura Neolatina. Mantém página no Facebook e o Instagram